Pensar a escola nao mais como uma instituição puramente reafirmadora da cultura ocidental européia, mas como centro de encontro e de interação cultural é uma questão que precisa ser posta em debate para todo professor, ou melhor, para todo futuro professor.
Indagar-se enquanto futuro professor e instrumento do sistema, que privilegia um determinado e fechado locus, é de suma importancia.
A questão que se impõe portanto é: De que forma tratar em sala de aula da multiplicidade cultural, e como evitar legitimar o conceito, importante na otica conservadora, de uma suposta igualdade?
Promover a busca, o diálogo, o confronto, dar espaço para a multiplicidade de culturas, trazer enquanto agente da memória e agente das inovações novos viéses.
Dar voz ao contraste, ao cruzamento de ideias, às culturas. O professor precisa antes de tudo ser múltiplo para então poder se, na busca do utópico, o agente de uma nova era.
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